Compras

Uma das coisas que mais faço nos últimos tempos é comprar coisa para o casamento. Nossa, como eu gasto! Mas, sabe, posso jurar de pé junto que, apesar de gastar bastante com isso, vai ficar infinitamente mais barato do que se eu comprar tudo…

Bom, ontem fui à 25 e… comprei muitas coisinhas! Já tinha comentado que preciso adiantar algumas coisas durante as minhas férias, agora em janeiro. E lá fui eu comprar o material para conseguir fazer.

Comprei papel 180g (para convites, tags, recados e afins), comprei luzinhas de Natal (muitas, muitas, muitas por 3,50 cada caixinha com 7m e 100 lâmpadas cada), linha, fita dupla face, fitas de cetim, estilete de alta precisão (R$ 13 reais na Kalunga), lanterna japonesa, algumas outras coisinhas e, o mais importante: minha gaiola com abertura superior.

Nem acreditei quando vi, na primeira loja em que eu entrei, as gaiolas penduradas. Acho que foi em outubro que tinha passado nesta mesma loja, perguntei e eles realmente não tinham. E ainda parecia que eu estava ficando louca. Imagina, gaiolas!?!

Mas desta vez foi completamente diferente. Várias lojas tinham gaiolas: em cores, tamanhos e formatos diferentes.

Logo na primeira loja em que entrei, a Ita Decorações (Rua 25 de Março, 811) encontrei com elas, penduradas, mas apenas em dourado. Custava R$ 48,00 a grande e R$ 30,00 e poucos a pequena. Como ainda ia comprar algumas coisinhas e a loja fica próxima à Ladeira Porto Geral, deixei para comprar no final do “passeio”. Fui, então, ao tiozinho que vende luzinha de Natal o ano todo (dica do Tio Nando). Três caixinhas por R$10,00 era o valor. Só que luzinha tinha 3m apenas (na Kalunga, a caixinha com 100 lâmpadas e 6,6m custa R$ 3,99). Resolvi ir, então, para a Barão de Duprat.

A primeira loja em que parei na Barão foi a de lanternas japonesas (3 ou 4 reais cada), mas só tinha em vermelho e aquela branca com desenhos japoneses. Nada feito (mas vai chegar mais no final de janeiro). Depois, parei na Crysmax (Barão de Duprat, 343).

Já tinha ficado louca pelas coisinhas desta loja. Muita coisa para casa. E preço ótimo. Na verdade, parei nela para ver luzinhas (R$ 3,90 a caixinha com 100 lâmpadas e 7 m – mas teve desconto de 10% porque eu paguei em dinheiro e levei 30 caixinhas – quase acabei com o estoque deles!).

Lá encontrei jogo de taças bico de jaca por R$ 55,00 (quase comprei, viu?), muitos recipientes para colocar os doces da mesa de guloseimas (vou comprar ano que vem!), e várias coisas lindas (vou levar minha mãe em janeiro para dar uma voltinha por lá!). E as minhas gaiolas. O jogo de gaiolas brancas grande e pequena R$ 68,00 no varejo e R$ 60,00 no atacado.

Tipo esta daqui, só que em branco…

Achei o preço ótimo! Ainda peguei algumas lanternas japonesas em azul e pronto!

Já cheia de sacolas na mão, passei no Matsumoto (Rua Barão de Duprat, 39). Lá é como se fosse a Armarinhos Fernando só que menor (mas não muuuito pequena!). Lá, eu já tinha encontrado os mini prendendores, mas eles são sortidos. Com várias cores que não combinam entre si. E custa R$ 11,00, mais ou menos, cada pacote. Se ainda fosse mais barato, daria para comprar vários pacotinhos diferentes… Como eu já não conseguia mais andar sem esbarrar nas pessoas (de tanta sacola que eu tinha no meu braço – nesta hora, não aguentava mais carregar as sacolas na mão e já tinha jogado pelo braço mesmo), resolvi ir embora. Só que quando estava chegando na Ladeira Porto Geral, encontrei a Niazi Chohfi (Rua 25 de Março, 607).

Já eram quase 18h quando entrei na loja. Neste ponto da minha aventura, os lojistas já fechavam as portas de aço para espantar o povaréu da rua e eu entrando na loja…

O meu objetivo na loja de tecidos era comprar tule para a confecção dos saquinhos. Tule porque pesquisei e descobri que é mais barato que voil (o tecido que, na verdade, eu queria). Passei por uns três vendedores até chegar em um que realmente sabia fazer as contas que eu precisava (isso porque eu já tinha tentado fazer as contas em casa, meu pai já tinha tentado me explicar como fazer e a minha mãe já tinha dito “Leva o modelo que eles te ajudam”, o que eu achei que foi a melhor dica do mundo. Teria sido se não fosse o fato de eu ter esquecido o modelo em casa. Mas tudo bem porque eu lembrava as medidas).

Eram dois modelos de tule. Um mais simples (que era exatamente o do modelo que eu tinha, mas que eu, sinceramente, não tinha gostado muito) e um com a trama mais juntinha. Apesar de ser quase o triplo do valor do primeiro, escolhi a outra opção (o primeiro custava R$ 0,90 o metro e o segundo, R$ 2,90). Como o vendedor tinha feito a conta com o primeiro, teria que levar 30 metros de tecido. Quando falei que queria o segundo, ele fez novamente a conta. Aí mencionei meio sem querer: “Este aqui é uma imitação de voil, né?”, ao que ele respondeu: “Mas se você levasse voil sairia mais barato do que levar este tule”. “Ah, é?”, disse eu com o olho arregalado. Pois é. Voil tem largura maior, por isso, preciso de menos tecido, o que deixou a minha compra mais barata. Mais de R$ 10,00 mais barata, by the way.

Já lotado de sacolas, com o tecido em mãos e pensando que eu teria que voltar SÓ para comprar fita de cetim branca nº1 (para fechar o saquinho – e a fita tem que ser colocada antes da costura!), respirei fundo e voltei mais alguns metros para achar algum armarinho aberto. Só que já passava das 18h e, claro, as lojas já estavam fechadas. Exceto pelo lotadissíssimo do Armarinhos Fernando. E lá fui eu. Com mil sacolas nas mãos, achei um carrinho. E o carrinho estava quebrado. Fiquei um tempo infinito tentando achar outro carrinho e as fitas que eu queria. E não achava. Pensei até em comprar mais fitas de cetim largas (aí acabei fazendo contas e descobrindo que talvez eu tenha feito um péssimo negócio comprando a fita com a largura que eu comprei. Se a fita com 0,50cm de largura custa em média 5 reais, por que a fita com 0,70 cm de largura custa 10 reais? Não é meio doido? Dois rolos de 0,50 cm custam o mesmo que um rolo de 0,70 cm. Mas é melhor não pensar muito nisso agora… Já estão compradas. Agora é só torcer para não precisar comprar mais… Porque, se tiver, vou gastar uma pequena fortuna, ou diminuir a largura da fita).

Ainda precisava achar: papel metier (não tinha), palito de sorvete largo (claro que não tinha) e mini prendedor (mais óbvia ainda a resposta). Cheia de sacolas, subi e desci escadas, atravessei corredores, esbarrei em muita gente e derrubei algumas coisinhas que não quebravam (graças a Deus). Até desistir e ir pagar e, finalmente, ir embora para casa.

Bom, esta foi a minha aventura. Mas, no fim, valeu a pena.

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