Noivo trabalhando no sábado = noiva visitando o salão

Já falei por aqui algumas vezes que o Fê não é lá muito chegado a essa história toda de organização de casamento. Acho que por ele seria só marcar a data, fechar o salão, ter comida e bebida e pronto. Pensando bem, acho, não, tenho certeza. Ele chegou a me perguntar uma vez, logo no começo dos preparativos, “Pra que decoração?”. E ele não estava brincando.

Por isso, toda vez que ele trabalha no sábado, eu aproveito para perder horas na Capela da Puc e no Clube Português. E quando eu falo em perder horas, são horaS mesmo. Sem força de experessão. É sair de casa quase cinco horas e voltar depois das sete. Vou, observo cada detalhe da decoração, onde cada noiva colocou flores, observo os músicos na igreja, quantos casais de padrinhos tem no altar, choro com TODAS as entradas das noivas. E acho TODAS as noivas lindas. Juro. Sou muito facinha pra isso.

Hoje aproveitei mais uma escala ao sábado e fui na Capela da Puc e no Clube Português. A Capela foi decorada pela Luz & Arte hoje. Não estava feia, mas não é, nem remotamente, parecida com o que eu gosto para decoração de igreja. Sou meio minimalista demais e as noivas de hoje eram meio grandiosas. No Clube Português, a decoração do Salão Nobre era da Néctar Decorações. Estava simples, mas bonita. O que eu gostei mesmo foram as mesas de doces e de café que eram em módulos (e eu nem gosto de módulos) com tampo de espelho (e meu lado perua aflora novamente…). A mesa de doces também era com módulos sequenciais em vidro (aqueles com flores no meio) e tampo em espelho. Tinha muita prataria, castiçais e candelabros. Estava bem bonito. E bem perua também.

Lá dentro, havia banda (era daquela empresa Amber qualquer coisa…), os pontos de buffets estavam nas duas laterais do palco (o que ficou bem interessante). Aproveitei para ficar lá viajando no meu projeto de decoração. Observar espaços, verificar se dá certo, se atrapalha a circulação… Uma coisa que observei é que não é viável colocar os dois pontos de buffet um ao lado do outro. Eles irão fechar o espaço em frente à porta da cozinha, dificultando a circulação dos garçons. Riscado do projeto.

Outra coisa que a noiva usou (e é a segunda noiva que faz isso por lá que eu já vi nas minhas visitas) é colocar árvores francesas com velinhas no meio do salão, uma de cada lado (fica bem legal porque preenche o espaço – e pra mim, que não quero usar arranjos altos, acho que funciona bem). Não vai ser exatamente desta forma que eu vou fazer. A ideia é colocar nas pontas da pista, com flores de primavera (que eu adoro! E me lembram infância!) e com as velinhas.

Gostei também das folhagens que ela colocou. Nunca tinha visto deste modelo que ela usou. Gostei bastante. Só que é moderno demais para o estilo da minha decoração, mas é bonito.

Outra coisa que fiquei observando, pensando e analisando foi a forma como ela deixou espaço para a banda. A minha ideia original era colocar um cortinado para deixar a banda, mas da forma como ela fez, não precisou. Ela deixou apenas uma mesa, sem flor nem nada para os músicos, que ficou separada dos convidados pela mesa do buffet. É uma ideia. Será modificada, mas é uma ideia de partida.

Achei bem legal o fato de ter um vaso gigantesco de flores. Preencheu o espaço também e cria profundidade. Achei interessante. Nada de colocar folhagens nos pontos de buffet. A não ser se eu for colocá-los bem rentes à parede. E falando em parede, nunca tinha pensado nisso, mas é uma coisa necessária. Mesas de apoio. Eles colocaram, neste casamento, duas mesas de apoio (uma em cada lateral), com jarras e copos. Só acho que ficou faltando um vaso com folhagens (aí entram as folhagens).

As fotos forma todas feitas por mim e a qualidade está péssima, mas tudo bem. Era importante só registrar alguns detalhes para guardar.

Outra coisa que fiquei atenta hoje foi à iluminação. Nunca tinha feito isso. Fiquei calculando quantos pontos de luz precisaria. E outra coisa: conversei com o pessoal da iluminação para ter 100% de certeza que não será possível colocar as luzinhas e as lanternas japonesas. Até dá para colocar, mas vou gastar uma pequena fortuna com a estrutura para isso e ainda assim há a chance de nem funcionar (porque não pode usar fita crepe). Agora tenho meio milhão de caizinhas de luz de natal e um monte de lanterna japonesa e nenhum lugar para colocar, mas eu vou dar um jeito. Nem que seja no chá de cozinha.

No final, lá mesmo, redesenhei o projeto, eliminei um monte de coisa porque, na minha cabeça, o salão é muito maior do que é na realidade (é engraçado isso, né?). Hoje tudo pareceu menor. E toda vez é assim. Por isso, ia até cada espaço e ficava imaginando móveis e enfeites para tentar calcular se haveria espaço. Par muita coisa não houve. Por isso tirei. É bom porque diminui o custo…

Tapete de espelho

Acho que depois da lista, da escolha do fotógrafo e da definição de como o casamento (o evento como um todo) vai ser, a decoração da Igreja vai ser a parte mais difícil.

Imagina um bando de noivas tendo que chegar a um lugar-comum? Não é à toa que 99% das decorações que eu já vi na Capela da PUC (ok, nas Igrejas, em geral) são em branco e verde. É mais fácil de chegar a um acordo.

Eu confesso que sou muito chata com esse tipo de coisa. É mais uma das minhas várias chatices, fazer o que? Mas tem muita coisa que eu não gosto e acho brega ao extremo. Por exemplo: odeio Igreja lotada de flor. Acho um mega desperdício. Já pensou pra onde vão todas aquelas flores em quatro, cinco horas? Pro lixo!!! Tudo bem que hoje em dia existe um projeto super legal como o Flor Gentil, que aproveita todas essas flores, faz novos arranjos e distribui para asilos e hospitais (quer ser voluntário e ainda aprender a fazer arranjos?) Mas, de um modo geral, é um dinheirão jogado fora. Por isso prefiro uma coisa mais simples. Além disso, a Capela da PUC é tão bonita que não precisa de um exagero de decoração (ela acaba ficando poluída. Aliás noivarada, vamos lembrar? Menos é mais!).

Outra coisa que eu odeio é passadeira. Aquele negócio verde, vermelho e até preto no meio do caminho pro altar é muito feio. Sem contar que mais uma coisa muito bonita que a Capela da PUC tem é o piso. É lindo demais. E o piso central é diferente do piso lateral. Um espetáculo!20110825-034153.jpg

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Mas toda essa volta era pra chegar no motivo real do meu post: o tapete de espelho (mais pra frente, quando as coisas estiverem mais organizadas na minga cabeça, escrevo sobre decoração de Igreja – preciso lembrar disso).

A primeira vez que vi um tapete de espelho foi lá no Facebook, no grupo de noivas (ainda era o antigo, pra se ter uma ideia – no começo do ano). Acho que foi no casamento da Damaris. Sabe amor à primeira vista? Foi o caso. É uma das coisas mais bonitas que já vi. Mas é muito raro encontrar fotos de casamentos que tenham usado (o que me faz questionar se não é caro!). Sem contar que as fotos ficam lindas demais! Minha mãe também adorou! Quando eu for ver decoração da Igreja, vou cotar esse tapete. Quem sabe, se não for tão caro, e as outras noivas do dia não quiserem, eu coloco só no meu casamento – meu horário é o último mesmo…

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Fontes: são fotos do meu arquivo e eu, claro, esqueci de anotar a autoria. Se você souber, me avise

Dia feliz… e triste

Ontem foi um dia muito importante pra mim e pro Fê. Fechamos o salão e o buffet. Não foi muito difícil a decisão. Na verdade, queríamos um salão grande por um preço bom. E que fosse próximo à Capela da PUC. O Clube Português foi a solução.

 

Como ele é exclusivo do buffet Moreno’s, não tive outra opção. Era só escolher um cardápio. Tudo certinho.

Só que o que era para ser um dia de comemoração (fechamos a Igreja na quarta, o Fê fez aniversário na sexta, e fechamos salão e buffet no sábado), tornou-se um dia muito triste. Porque pessoas sem formação, sem caráter, desumanas cruzam a vida de outras para fazer simplesmente o mal. Agradeço a Deus por ter sido apenas um grande susto, mas marcou para sempre as nossas vidas. Muito triste.

O dia chegou!!!

Sabe muito feliz? É assim que estou hoje! Marquei meu casamento na Igreja! Vai ser na Capela da PUC, como eu já havia dito aqui, no dia 11 de outubro de 2012, às 21h. Tenho o meu Guia de Noivos, o livro com a história da Capela, a relação com os documentos necessários…

É o segundo passo importante para o casamento. O primeiro foi a compra do vestido. Agora: a data na Igreja!

Faltam 631 dias para o meu casamento!!!

A segunda opção – Igreja

Já que a capela do Santa Marcelina está fora, hoje passei lá na Capela da PUC. E fiquei encantada. Ela é super pequeninha, bonitinha, com pisos diferentes… Fiquei pensando na decoração, que tem que ser super simples. Coloquei no ipod algumas músicas… NOSSA!!! Quase chorei!

Olha que coisa mais linda é a Igreja (as fotos são com o telefone, então…)

 O altar…

O teto… a coisa mais linda! O motivo por eu ter me apaixonado por esta igreja (o que você pode ler aqui)

Olha o chão! São dois pisos distintos: um para os bancos, outro para o caminho central… colocar uma passadeira aí tira toda a beleza do espaço (na minha opinião, claro). Mas se você reparar nas fotos do post do link que está aí em cima, ambas as noivas colocaram passadeira…

Vou confessar uma coisa (algo bem a minha cara…) Foi até bom porque a capela do Santa Marcelina é grande demais para a quantidade de convidados…

Ah! Só pra explicar a bipolaridade: no post (do link) eu já tinha escolhido a Igreja, mas sempre mantive na cabeça a ideia de que ainda poderia ser no Santa Marcelina. Ninguém tinha me dado motivo… quando a Arquidiocese explicou, aí eu realmente percebi que não tinha mais jeito. Por isso a volta para a Capela da PUC. Pode parecer estranho, mas eu sou assim. E, aos poucos, as pessoas se acostumam. Ou não.

A capela do Colégio Santa Marcelina

Quando meu noivo falou que queria casar na igreja, o primeiríssimo lugar em que eu pensei foi a Capela do Colégio Santa Marcelina, em Perdizes. Amo aquele lugar. Foi celebrada lá a primeira missa que eu lembro de ter assistido (em São Paulo porque a primeira mesmo foi em Rifaina – a uns 500 km daqui), minha primeira comunhão e tantas outras missas que aconteceram durante a época de colégio.

A ligação número um para as igrejas foi para o colégio. Levei um baque quando descobri que eles não possuíam autorização para a celebração de casamentos. Hoje liguei para a Arquidiocese de São Paulo para descobrir o motivo. Demorei um tempão pra conseguir descobrir, mas no final mandaram eu conversar com o bispo auxiliar da minha região. Não foi ele quem atendeu, mas a secretária. Super simpática e solícita (imagina se fosse um órgão público), ela me disse que o a capela do colégio não possui… algo como uma vida social ativa. Não sei exatamente qual foi o termo que ela usou, mas a ideia central é que a capela não é usada para missas para a comunidade, apenas para os alunos do colégio e seus pais.

Por incrível que pareça, não encontrei nenhuma f0to da capela… qualquer dia, passo lá e coloco aqui…

Fiquei muito chateada, mas fazer o que, né? Segunda opção: Capela da PUC. A data está ok. Preciso passar lá nesta semana só para acertar tudo.

10/11/10 – A escolha da Igreja

Um dos meus primeiros posts foi sobre Igreja. Comecei a ver preço de váaaaarias, mas ainda nem estava certa se iria casar na Igreja. Não tinha interesse, na verdade. Mas o Fê fazia questão. Passou-se o tempo e três meses depois, cá estou eu aqui, falando novamente sobre o assunto. E não é que ele virou realidade.

A história desde o começo

Quando eu e o Fê começamos a falar em casamento (logo após a compa do nosso apartamento), tinha em mente uma cerimônia no civil (apenas) e um almoço em um lugar bem bacana com a família mais próxima.  Acontece que ele não queria isso. Queria uma festa gigantesca, á noite, com direito a cerveja, muita música e bebida. Foram várias semanas até a gente chegar a um lugar comum: cerimmônia na Igreja para família mais próxima, sem decoração, sem coral, sem muitos convidados e uma grande festa. Acontece que o tempo passou, as pesquisas aumentaram, o vestido foi encontrado, as fotos vistas foram muitas e eu acabei ficando looooouca por um casamento na Igreja. Mais precisamente um casamento na Capela da PUC. Encontrei cada foto maravilhosa do teto da capela que acabei não resistindo. Mas o Fê não queria DE JEITO NENHUM. De certa forma, até compreendi (os ga$to$). Mas queria muito. E minha mãe (que não é fã de festa, by the way, mas de uma viagem de marcar a vida) disse: se é o que você quer, é o que você terá. Linda, não?

Liguei nesta semana para a capela e já tem um hoário reservado para o meu dia (o que eu queria…), mas se eu correr e encontrar LOGO o salão, posso marcar para o horário seguinte. Ou vou ter que mudar de data (buáaaaaaa)..

Pra se ter uma ideia do que eu estou falando…

Capela da PUC

Foto: Divulgação

http://www.capelapuc.org.br

 

Capela da PUC - MV7 Foto: MV7 (Macia Piveta & Vladimir Nacci Fotografia)

www.mv7.com.br