Decoração de casa(mento)

Acho que já contei por aqui (e aqui também) que meu apartamento não ficou pronto a tempo do casamento (apesar de ele ter sido comprado – na planta – com dois anos e meio de antecedência, já prevendo todos os atrasos possíveis – a gente só não contava com a demora para obter o Habite-se, mas tudo bem).

Tivemos que alugar um apartamento para vivermos nesse meio tempo e tudo acabou ficando levemente desorganizado. Quando entramos no apartamento, não existia nada e fomos nos arranjando. Tivemos que comprar móveis para a cozinha (só existia a pia!), sofá para a sala (e teve que ser pequenininho porque o espaço é minúsculo e o outro apartamento era bem maior!), e por aí vai.

Em junho agora, mudamos de vez para a nossa casa. Infelizmente, por um milhão de motivos, não fomos para aquele com o qual sonhamos por dois anos e meio (e cuja obra visitamos quinzenalmente para verificar a evolução… Tão sonhadores…). Tivemos que vendê-lo e compramos outro apartamento, no mesmo prédio onde alugávamos. A mudança foi mais fácil, é verdade, mas ficou aquela decepção, sabe? Afinal, não era o apartamento dos meus sonhos. Dos nossos.

Mas o motivo de eu falar tudo isso é outro. Como eu já contei aqui várias vezes, fiz muita coisa para o casamento. Comprei muita coisa também, pensando que um dia poderia usar na minha casa. E quando me mudei, uma preocupação que tive foi exatamente essa. Como incorporar aquele detalhes todos na minha casa? E eu acho que essa é uma coisa que toda noiva de casamento DIY passa. Afinal, gastamos tanto tempo fazendo todos aqueles detalhes, mas e depois?

Por isso resolvi fazer este post pra mostrar como ficou. Ainda tenho um monte de coisa guardada, mas também preciso tomar cuidado pra minha casa não ficar com cara de menininha.

Esse abaixo é o móvel da TV. Por incrível que pareça, só tirei foto dos detalhes (e esqueci completamente de mostrá-lo no todo). Nele, coloquei meus regadores vintage queridos (que ficaram na casa da minha mãe até mês passado – aliás, como ainda tem coisa na casa dos meus pais! Limpo, limpo, limpo, levo coisa pra minha casa e ainda sobra um monte de coisa na casa dos meus pais!), uma das gaiolinhas brancas pequenas, meu casal de passarinhos fofos (que eu não consegui comprar para o casamento, mas acabei achando numa viagem, neste ano, e não tive dúvidas, comprei logo!), as lanternas brancas, o coração de MDF que eu pintei de vermelho para o casamento e um dos porta-retratos que fiz (o pôster peguei no blog Casa de Colorir – primeiro blog de decoração que comecei a seguir pós-casamento, dica da minha super e queridíssima amiga Kamis – e imprimi. Se você quiser ver outros modelos, tem aqui).

regador20130920-091927.jpg

20130920-092059.jpgEste aqui é o nosso bar. Marido que mandou fazer o móvel, que deixa a adega embutida lá embaixo, e o nicho pra ele colocar as garrafas. O nicho eu ainda vou mandar espelhar. Está na minha “to do” list. Depois que tirei essa primeira foto, alterei a disposição de algumas coisas. Achei que o abajur ficava na frente dos quadrinhos (todos comprados na Leroy Merlin) e a garrafa com rolhas também. Não sei, mas algo me incomodava. Por isso na foto de detalhe das gaiolinhas pretas você vai ver que está diferente. Mas o que vale é a disposição final. O abajur (que eu amo de paixão, presente da Mari, minha amiga de internet que virou super real, passou para o aparador que fica do outro lado da sala). No bar, deixei as gaiolinhas pretas.

Não dá pra ver direito, mas sobre a cristaleira também tem o porta-retratos que eu deixei na mesa de bem-casados (com a nossa foto na igreja, para a chegada dos convidados) e velinhas com renda que usamos na festa). Não lembrei de tirar foto disso…

IMG_6506gaiolinhas 2A plantinha aí em cima chama-se dinheiro em penca. Estava passeando no Mercado da Lapa quando me deparei com ela. O bom é que é super fácil de cuidar. Pouco sol e regar a cada 15 dias. Eu confesso que rego mais que isso. E ela continua crescendo.

Aqui embaixo é o banheiro. Como ele é mais delicado, coloquei o vasinho de lavanda e comprei as florzinhas na TokStok. O elefantinho (que eu adoro – aliás, não dá pra ver direito, mas lá na sala também tem um elefante de gesso. Ele vai virar vermelho, mas despois eu mostro por aqui) é um porta-aliança, que eu achei na Imaginarium. Ótimo porque marido vivia deixando a aliança no parapeito da janela do banheiro e eu morria de medo que caísse. Tudo bem que é terceiro andar, mas se caísse ninguém ia achar de novo…)

banheiroEssa é (parte da) minha casinha. Tudo bem que não dá pra ver direito, mas dá pra te ruma ideia. Ainda falta muita coisa a ser arrumada, mas aos poucos a gente chega lá. Ah, se você quiser ver onde ficaram algumas dessas coisas no casamento, clique aqui.

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Depois de tanto tempo, um “oi”

Nas últimas semanas, tenho colaborado com o blog de uma amiga, o As Balzacas. Nele, compartilho um pouco das minhas aventuras pós-casamento e pós 30 anos. Ainda que não tenha chegado nesse assunto.

Escrever para outro blog me deu saudade de quando tinha o meu. Não que eu não tenha mais. Meu querido Cadê o Tempo? ainda existe, mas está tão abandonado, tadinho. Falo sobre isso no primeiro post lá n’As Balzacas. Mencionei os comentários absurdos que recebi ao longo do tempo, sobre o quanto gostava de postar e o quanto fiquei perdida depois do casamento. Sem ter muito bem o que escrever, sabe? Sem saber exatamente como continuar.

Acho que é porque você começa a viver novas realidades. E aquele mundo incrivelmente delicioso que é o da organização de casamento fica lá atrás, como uma lembrança meio desbotada. Que vira e mexe volta. Que te faz sorrir, relembrar e pensar no quanto foi gostoso tudo aquilo. E o quanto valeu a pena.Mas vai embora logo em seguida.

O primeiro post que fiz n’As Balzacas coloco aqui. Ele é um começo. Uma introdução. Conto um pouco sobre quem sou eu e sobre como cheguei até aqui. Mas ele me fez pensar. Que queria voltar. Queria continuar a fazer algo de que gosto muito. E talvez eu nem pense exatamente como pensava quando escrevi aquele post (e nem faz tanto tempo assim!). Engraçado isso, né? Colocar num “papel” te leva a pensar. E é disso o que eu gosto tanto.

Queria aproveitar para agradecer os comentários que surgem também. Mesmo depois de um tempo sem postar. Não levem a mal o que falo, mas acho que depois que passa o casamento (a festa em si), nossa cabeça muda um pouco. E novos interesses surgem. E é muito legal viver essa nova fase. 

Republicarei aqui toda vez que aparecer um post por lá. E prometo que deixarei este blog um pouco mais atualizado.

Oi, tudo bem?

Acho que para o primeiro post é necessária uma apresentação. Meu nome é Christiane. Casei em outubro do ano passado. Um mês antes de completar 30 anos. Exxxperta a menina, não?

Comecei a namorar aos 20 anos. Em 2013, comemorei 10 anos ao lado do meu respectivo. Em frente à Torre Eiffel. Algo que eu nem esperava. Mas simplesmente aconteceu. Assim como várias outras coisas na minha vida.

Comecei a namorar numa época em que jurava de pé junto que não queria namorar. Estava no segundo ano da faculdade (aê, Cásper Líbero!), conhecendo um monte de gente nova, descobrindo o que eu “queria ser quando crescer”, quando simplesmente aconteceu. Foram muitos anos de namoro (sete, mais precisamente) até o noivado (sim, ele conversou com “mami” e “papi”) e mais três anos até o casamento. Pensa em tudo direitinho. Terminamos a faculdade (ele, as duas), melhoramos no emprego, compramos um apartamento, fizemos a conta certinha de quando o apartamento ficaria pronto (ele foi comprado na planta), adicionamos mais alguns meses (tem aquela coisa dos seis meses, sabe?) e, finalmente, marcamos a data.

Aqui é bom pausar pra dizer que nunca quis casar. Ou ter filhos. Verdade! Mas já que iria casar, que fosse um almoço com um vestido clarinho e fluido ao lado de, no máximo, 50 pessoas. Lindo e delicado. E até poderia ter sido assim não fosse o fato de que fazer lista de convidados e conciliar gosto de noivo e noiva ser bastante complicado.

O mini wedding ficou um pouco maior. Minha objeção ao vestido branco, rodado e tomara que caia desapareceu e quando me dei conta já era uma amante de casamentos. Criei até um blog!

O Cadê o Tempo que Estava Aqui? (ou cadeotempo, como eu carinhosamente o chamava) cresceu. Conheci noivas, fiz parcerias, ganhei audiência, virei fã de casamentos. O blog serviu, àquela época, de diário. Nele escrevia meus sonhos e devaneios. E com ele colocava no “papel” as minhas transformações. Meus gostos mudaram ao longo de quase três anos (ele entrou no ar em julho de 2010, acho, e eu me casei em outubro de 2012). A menina que não queria nada começou a ter interesses diferentes. Ou, pior, a menina que não sabia nada.

Confesso que antes de casar nunca fui prendada. Meu cinzeiro de argila era sempre o mais feio na aula de Educação Artística. Minhas habilidade culinárias sempre foram nulas. Mentira! Na época em que ainda podia comer brigadeiros, o meu era muito bom! (aliás, aquela era uma época em que se você quisesse comer brigadeiro, tinha que ser em casa. Ou na casa de alguém). Sei, no entanto, que o casamento muda as pessoas. Decoração, artesanato… tive que aprender a me virar. Para a festa e para a vida. Afinal, muito mais fácil saber fazer sozinha um monte de coisas pelas quais você pagaria uma fortuna para ter em sua casa.

Mas voltando à história do blog… Aí casei. E novamente lembro: um mês antes de completar 30 anos. E meu interesse quanto ao assunto foi esvaecendo. Indo embora como se aquilo tivesse sido uma fase da vida. E é, não é mesmo? Se bem que não foi para uma boa parte das meninas que conheci ao longo dos preparativos. Muitas abriram empresas ligadas a casamento, criaram blogs e estão faturando com isso. Não sinto a mesma paixão que tinha. Não que eu não goste, mas é diferente. Acho que o único resquício daquela fase foi o meu gosto pelo blog. Adorava buscar referências, postar sobre aquilo que se passava na minha cabeça e amava o fato de eu ter um lugar pra falar tudo. Independente de críticas (e elas existiram. Muitas! Cada gente doida apareceu pra me xingar! Sempre dei risada. Porque a rede é pública. Cada um fala o que quer. E o mais importante: cada um lê o que quer. E se você discorda, sempre há a opção de clicar naquele “xizinho” lá no canto superior da página do seu navegador. Simples assim. E por mais que eu ainda queira escrever, não sei sobre o que escrever. Porque tudo já perdeu o sentido. Mas e a dor de “fechá-lo” definitivamente? Ele mais existe por pena do que por qualquer outro motivo. Porque atualização mesmo, nada!

E aí apareceu o convite da Mari Guedes. De cara, topei. Mas demorei meses e meses para descobrir sobre o que falar. E aqui estou eu em meu post inicial. Ainda sem um tema definido. Mais uma sequência de palavras que qualquer outra coisa. Mas quem disse que é necessário um tema fixo na vida? Tão mais interessante viver assim, buscando apenas aquilo que lhe deixa feliz. Ainda que seja naquele momento. E se não funcionar, mudar, buscar novas experiências, novos objetivos, novas conquistas. E nem queira pensar que falo isso sobre meu casamento também. Pra isso sou bem caretinha. Achei minha metade ideal e sou muito feliz assim.

Sobre o que falarei ao longo do tempo? Moda, decoração, maquiagem, relacionamento ou produtos de limpeza. A vida de (recém) casada tornou-me mais eclética. Versátil, até. E por que não aproveitar isso?

Christiane Teixeira Zboril

foto

Lembrancinhas DIY (e serve até para o Natal)

Achei hoje no blog Intimate Weddings um compilado de possíveis lembrancinhas postadas ao longo dos últimos tempos. Duas delas eu já tinha publicado: o porta-copos de Scrabble

(que, na verdade, eram do Wedding Bee, mas está valendo – se você quiser ver o do Intimate Weddings, o tutorial está aqui) e os sachês de lavanda.

As outras, já até tinha visto, mas não gostei muito não. Só que uma delas é bem interessante: sais de banho.

Inclusive eu até procurei para dar de lembrancinha no meu casamento (na verdade, eu queria escalda-pés, mas acabei desistindo – eu teria que ir até o centro de São Paulo para comprar e fiquei com preguiça. Juro!).

Mas achei que vale a pena guardar. Vai que um dia eu decido fazer, né?

Parece tudo muito simples:

– sulfato de magnésio (ou Sal de Epsom)

– sal grosso

– bicarbonato de sódio

– óleo de essência (ou essencial?)

– colorante

E é só misturar tudo (tirando as pedrinhas maiores).

Tutorial, em inglês, aqui. Post completo com as sugestões de lembrancinhas DIY aqui.

Letras e luzinhas – mais um DIY

Pois é. Fico dias e dias sem postar e, de repente, estou aqui novamente com mais um DIY.

A questão é: estou fazendo uma limpeza boa lá no Google Reader (tem blog que não atualiza há meses!) e, por isso, lendo os últimos posts, dentre eles do blog Oh Happy Day (blog ótimo, onde encontrei vários tutoriais – inclusive para fazer apetrechos para a photo booth). E lá encontro mais um tutorial de letrinhas com luzes (que eu ADORO e já publiquei aqui, aqui, aqui e aqui).

Pra quem adora luzinhas, como eu, e está maluquinha para ter uma (fico imaginando isso até como decoração da minha casa, acredita – mas aí eu penso na conta de luz e desisto… E, rápido parênteses, depois do casamento a gente passa a analisar cada coisa…), é uma dica bem legal. Parece super  simples:

– tesoura

– estilete

– furador redondo

– papel

– template (tem no próprio blog)

– régua

– luzinhas

– cola

– e tinta para deixar tudo coloridinho (e aí fica a dúvida: por que já não fazer a impressão em papel colorido, né?)

Isso aqui:

https://i2.wp.com/ohhappyday.com/wp-content/uploads/2012/11/mini-marquee-3.jpg

Para este resultado:

https://i0.wp.com/ohhappyday.com/wp-content/uploads/2012/11/bonjour_animated.gif

Original, em inglês, aqui.

Suporte para doces DIY

Há quanto tempo não coloco um DIY aqui no blog! Já estava até sentindo do falta (e acho que exatamente por isso, vou colocar dois aqui).

Aliás, só para constar, prometi pra mim mesma a mostrar várias coisas diferentes durante o final do ano (quando terei um pouquinho mais de tempo). Na minha lista de afazeres estão: jogo americano de tecido, porta-copos revestidos, o PAP das plaquinhas com tecido e letrinhas que fiz para o casamento… E quero muito muito muito comprar uma mesinha. Em MDF para eu poder pintar… De repente, uma cadeira também… Bem colorida.

Hoje estava fuçando em alguns blogs (e tirando alguns outros do Google Reader), quando me deparei com um tutorial super simples de um “cake stand”, o suporte para doces. Já tinha postado aqui um outro tutorial. Só que este é bem mais simples. Com coisas fáceis de encontrar (eu procurei por tanto tempo as pecinhas do meio que cheguei a desistir…).

Neste aqui de baixo, do blog Wedding Chicks, basta cola, pratos e um castiçal. Mais simples que isso, impossível!

https://i1.wp.com/static.weddingchicks.com/wp-content/uploads/2012/11/diycakestand1.jpg

Super fofo, fácil e lindo! Aliás, se você não quiser colocar o prato de cima, nem precisa… Original, em inglês, aqui.

E agora… o que fazer?

E chegaram ao fim os posts sobre o casamento. (Na verdade falta um, sobre a minha papelaria – que eu amei amei amei! – , feita pela querida Camis, mas eu ainda preciso juntar o material – que está parte em casa e parte na casa dos meus pais… essa nova vida é muito engraçada! E outro sobre o cartão de agradecimento – que ainda não está pronto!)

Aproveito aqui para agradecer a todas que comentaram, que me apoiaram, que sentiram o meu desespero durante a história do meu grande dia. Mas tudo  que é bom chega ao fim. E cá estou eu.

Por um tempo, confesso que não queria nem ouvir falar em casamento. Precisei de férias mesmo. Agora já estou curada. Às vezes, sinto a maior falta de algumas coisas. Era uma vida corrida gostosa. De verdade. Falei outro dia para uma, como eu, ex-noiva, que deveria ser obrigatório a gente se casar uma vez por ano. Porque tem um monte de coisa que dá errado, mas é tão emocionante e divertido… (E a gente aprenderia com os próprios erros!)

Minha mais nova aventura agora são decoração, organização de casa e decoração/organização de casa DIY. Estou começando a seguir alguns blogs e vendo o quanto este universo é interessante. E como sou nova na história, tudo é novo e divertido. Assim que estiver melhor adaptada aos blogs e perceber o que é legal e o que é fraquinho, aviso aqui. Mas o que achei mais interessante ainda é que eles dão umas ideias muito boas pra casamento. Em especial, para mini wedding. Várias dicas legais. Muito DIY.

Outra coisa que agora viciei de vez foi no Pinterest. Reorganizei minhas pastas e agora está tudo ainda mais divididinho e ganhando nova vida. Minhas pastas de casamento estão bem legais. Compactas,  mas legais.

Quero ver se consigo mandar as fotos do meu computador para lá. Assim não fico com dó de deletar. Se quiser me visitar por lá, é só clicar aqui.

Casei! E (quase tudo) foi assim

Foi a notícia da semana! Mais de um mês depois, consigo ver a decoração do casamento. Graças a Vivi (minha decoradora fofa fofa fofa da Luz & Arte). Eu sei que sou suspeita pra falar sobre a decoração do meu casamento, detalhadamente pensada, desenhada e discutida. Por mim. E maravilhosamente executada – e aprimorada – pela Vivi. Tem coisas que poderiam ter sido feitas e não foram? Claro. Passei muito tempo vendo coisas sobre casamento… era só um salão… só um tema. Uma escolha. Mas modificaria muito pouca coisa!  E fiquei muito feliz com o resultado.

Ver os detalhes que eu fiquei pesquisando em busca de referências. Ver aquelas coisas que eu amei na decoração dos outros tomando forma no meu casamento. Ver os objetos que peguei com a minha mãe (vasos, livros, toalhas), a minha avó (a cortina da mesa de doces!), a minha madrinha (olha a sua bicicletinha, Nati!). Ver os detalhes que EU fiz. Aos quais dediquei horas e horas das minhas madrugadas (e foram muitas madrugadas.). Nem acredito. De verdade. E o pior… lembrar que nem reparei nisso tudo no dia.

Mas foi assim. Pelo menos a decoração do salão.

Para explicar o salão. Ele fica no segundo andar do prédio do Clube Português. Os convidados subiam dois lances de escada. No primeiro, ficavam o varal de fotos, os bem-casados e a mesa de saída. No segundo, o lounge da massagista e a mesa de recados.

Na foto abaixo, ainda não há o porta-retrato com a nossa foto da igreja. Só a dos nossos pais. Mas já dá para ter uma ideia. E tem as luzinhas da banda, que ficaram maravilhosas. Mas depois eu vejo se consigo fotos disso.

Peço desculpas pelo excesso de empolgação, mas depois de tanto tempo esperando para ver as imagens, não consigo me conter. Então, com decoração da Vivi, da Luz e Arte; identidade visual e papelaria da Camis, do Noiva Diferente; sousplats e forminhas cortadas a laser da Piperina (olhe na mesa de doces que coisa mais linda! e os sousplats lindos lindos na mesa dos noivos!); muito DIY e pesquisa desta que vos fala e fotos de Denis Batista, eis a decoração do meu casamento. A todos, o meu muito obrigada. Por terem participado deste momento tão especial. Por terem transformado o meu sonho em realidade.

Primeiro hall

Segundo hall

O salão

Photo booth

Banheiro