Depois de tanto tempo, um “oi”

Nas últimas semanas, tenho colaborado com o blog de uma amiga, o As Balzacas. Nele, compartilho um pouco das minhas aventuras pós-casamento e pós 30 anos. Ainda que não tenha chegado nesse assunto.

Escrever para outro blog me deu saudade de quando tinha o meu. Não que eu não tenha mais. Meu querido Cadê o Tempo? ainda existe, mas está tão abandonado, tadinho. Falo sobre isso no primeiro post lá n’As Balzacas. Mencionei os comentários absurdos que recebi ao longo do tempo, sobre o quanto gostava de postar e o quanto fiquei perdida depois do casamento. Sem ter muito bem o que escrever, sabe? Sem saber exatamente como continuar.

Acho que é porque você começa a viver novas realidades. E aquele mundo incrivelmente delicioso que é o da organização de casamento fica lá atrás, como uma lembrança meio desbotada. Que vira e mexe volta. Que te faz sorrir, relembrar e pensar no quanto foi gostoso tudo aquilo. E o quanto valeu a pena.Mas vai embora logo em seguida.

O primeiro post que fiz n’As Balzacas coloco aqui. Ele é um começo. Uma introdução. Conto um pouco sobre quem sou eu e sobre como cheguei até aqui. Mas ele me fez pensar. Que queria voltar. Queria continuar a fazer algo de que gosto muito. E talvez eu nem pense exatamente como pensava quando escrevi aquele post (e nem faz tanto tempo assim!). Engraçado isso, né? Colocar num “papel” te leva a pensar. E é disso o que eu gosto tanto.

Queria aproveitar para agradecer os comentários que surgem também. Mesmo depois de um tempo sem postar. Não levem a mal o que falo, mas acho que depois que passa o casamento (a festa em si), nossa cabeça muda um pouco. E novos interesses surgem. E é muito legal viver essa nova fase. 

Republicarei aqui toda vez que aparecer um post por lá. E prometo que deixarei este blog um pouco mais atualizado.

Oi, tudo bem?

Acho que para o primeiro post é necessária uma apresentação. Meu nome é Christiane. Casei em outubro do ano passado. Um mês antes de completar 30 anos. Exxxperta a menina, não?

Comecei a namorar aos 20 anos. Em 2013, comemorei 10 anos ao lado do meu respectivo. Em frente à Torre Eiffel. Algo que eu nem esperava. Mas simplesmente aconteceu. Assim como várias outras coisas na minha vida.

Comecei a namorar numa época em que jurava de pé junto que não queria namorar. Estava no segundo ano da faculdade (aê, Cásper Líbero!), conhecendo um monte de gente nova, descobrindo o que eu “queria ser quando crescer”, quando simplesmente aconteceu. Foram muitos anos de namoro (sete, mais precisamente) até o noivado (sim, ele conversou com “mami” e “papi”) e mais três anos até o casamento. Pensa em tudo direitinho. Terminamos a faculdade (ele, as duas), melhoramos no emprego, compramos um apartamento, fizemos a conta certinha de quando o apartamento ficaria pronto (ele foi comprado na planta), adicionamos mais alguns meses (tem aquela coisa dos seis meses, sabe?) e, finalmente, marcamos a data.

Aqui é bom pausar pra dizer que nunca quis casar. Ou ter filhos. Verdade! Mas já que iria casar, que fosse um almoço com um vestido clarinho e fluido ao lado de, no máximo, 50 pessoas. Lindo e delicado. E até poderia ter sido assim não fosse o fato de que fazer lista de convidados e conciliar gosto de noivo e noiva ser bastante complicado.

O mini wedding ficou um pouco maior. Minha objeção ao vestido branco, rodado e tomara que caia desapareceu e quando me dei conta já era uma amante de casamentos. Criei até um blog!

O Cadê o Tempo que Estava Aqui? (ou cadeotempo, como eu carinhosamente o chamava) cresceu. Conheci noivas, fiz parcerias, ganhei audiência, virei fã de casamentos. O blog serviu, àquela época, de diário. Nele escrevia meus sonhos e devaneios. E com ele colocava no “papel” as minhas transformações. Meus gostos mudaram ao longo de quase três anos (ele entrou no ar em julho de 2010, acho, e eu me casei em outubro de 2012). A menina que não queria nada começou a ter interesses diferentes. Ou, pior, a menina que não sabia nada.

Confesso que antes de casar nunca fui prendada. Meu cinzeiro de argila era sempre o mais feio na aula de Educação Artística. Minhas habilidade culinárias sempre foram nulas. Mentira! Na época em que ainda podia comer brigadeiros, o meu era muito bom! (aliás, aquela era uma época em que se você quisesse comer brigadeiro, tinha que ser em casa. Ou na casa de alguém). Sei, no entanto, que o casamento muda as pessoas. Decoração, artesanato… tive que aprender a me virar. Para a festa e para a vida. Afinal, muito mais fácil saber fazer sozinha um monte de coisas pelas quais você pagaria uma fortuna para ter em sua casa.

Mas voltando à história do blog… Aí casei. E novamente lembro: um mês antes de completar 30 anos. E meu interesse quanto ao assunto foi esvaecendo. Indo embora como se aquilo tivesse sido uma fase da vida. E é, não é mesmo? Se bem que não foi para uma boa parte das meninas que conheci ao longo dos preparativos. Muitas abriram empresas ligadas a casamento, criaram blogs e estão faturando com isso. Não sinto a mesma paixão que tinha. Não que eu não goste, mas é diferente. Acho que o único resquício daquela fase foi o meu gosto pelo blog. Adorava buscar referências, postar sobre aquilo que se passava na minha cabeça e amava o fato de eu ter um lugar pra falar tudo. Independente de críticas (e elas existiram. Muitas! Cada gente doida apareceu pra me xingar! Sempre dei risada. Porque a rede é pública. Cada um fala o que quer. E o mais importante: cada um lê o que quer. E se você discorda, sempre há a opção de clicar naquele “xizinho” lá no canto superior da página do seu navegador. Simples assim. E por mais que eu ainda queira escrever, não sei sobre o que escrever. Porque tudo já perdeu o sentido. Mas e a dor de “fechá-lo” definitivamente? Ele mais existe por pena do que por qualquer outro motivo. Porque atualização mesmo, nada!

E aí apareceu o convite da Mari Guedes. De cara, topei. Mas demorei meses e meses para descobrir sobre o que falar. E aqui estou eu em meu post inicial. Ainda sem um tema definido. Mais uma sequência de palavras que qualquer outra coisa. Mas quem disse que é necessário um tema fixo na vida? Tão mais interessante viver assim, buscando apenas aquilo que lhe deixa feliz. Ainda que seja naquele momento. E se não funcionar, mudar, buscar novas experiências, novos objetivos, novas conquistas. E nem queira pensar que falo isso sobre meu casamento também. Pra isso sou bem caretinha. Achei minha metade ideal e sou muito feliz assim.

Sobre o que falarei ao longo do tempo? Moda, decoração, maquiagem, relacionamento ou produtos de limpeza. A vida de (recém) casada tornou-me mais eclética. Versátil, até. E por que não aproveitar isso?

Christiane Teixeira Zboril

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Últimas emoções na escolha das referências

Este post, na verdade, é para a Vivi, minha decoradora, que aguenta todas as minhas mudanças de opinião pacientemente.

Acho que esta é o último post com fotos que servirão de referência para o casamento. Não dá tempo para mais nada. É triste isso, viu? Mas, ao mesmo tempo, bom. Numa mistura maluca de emoções. 

Se tiver mais alguma coisa, acrescento por aqui.

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Coisas que preciso definir: os detalhes da cadeira dos noivos

Uma das coisas que eu ainda preciso definir é a questão das cadeiras dos noivos. Nossa mesa será quadrada e ficará bem em frente à pista, então o caminho entre a porta do salão e a pista será “barrado” pelas cadeiras, por isso a cadeira tem que ter alguma coisa… um detalhe, um destaque, alguma coisa…

Já faz um tempo que eu estou selecionando fotos, só não sei ainda o que usar…

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Meu Save the Date (e o site)

Pois é…

Save the date foi uma das primeiras coisas sobre as quais comecei a pensar. Fiz vários modelos no Wedding Paper Divas (um site muito legal em que é possível selecionar os layouts, personalizar e salvar gratuitamente). Com várias opções de datas (toda vez que a gente mudava, eu ia lá e fazia outro).

 

No ano passado, resolvi fazer sozinha. No começo, ficou bem tosquinho. Depois, com a ajuda do computador do Fê (que tem uns layouts bem legais no Power Point!), consegui chegar a um modelo mais “interessantezinho”.

Até aí, tudo bem. Só que eu não contava com o que iria acontecer. Já contei por aqui que estava fazendo a minha papelaria sozinha, que perdi o pendrive, que desisti da papelaria e contratei a Camis (e depois cheguei a encontrar o pendrive, mas eu realmente tinha que deixar alguém fazer o trabalho por mim – afinal, tem gente que nasce com talento para determinada coisa. Tem gente que só, male male, se vira). Foi uma das melhores coisas que fiz.

O que eu tinha feito (e estava impresso, por isso consegui mostrar para a Camis) serviu como base para o que ela desenvolveu. E ficou muito legal.

Eu podia jurar que iria conseguir enviar tudo no dia certo, faltando exatos seis meses. Não deu. Mas tudo bem. Vou tentar enviá-los no final de semana. Se tudo der certo.

O site

O que acontece com o site é exatamente a mesma coisa. Criei há uns dois meses (no iCasei), mas só vai ser divulgado com o Save The Date. Coloquei senha, mudei de layout várias vezes. Bom, na verdade, duas apenas. Mas o texto fui modificando aos poucos. Ele é bem simples, mas achei super divertido fazê-lo. Ah! E eu fiz sozinha! Nem acreditei nisso…

O casamento da Raquel (ideias, inspirações e referências)

A Raquel é uma pessoa que, apesar de eu não conhecê-la pessoalmente, posso chamar de amiga querida. Trocamos e-mails, mensagens, às vezes lembramos uma da outra com alguma coisa do dia-a-dia… É muito engraçado.

Ela se casou no ano passado e ficamos por um tempão trocando ideias e informações. Por muito tempo, nossa grande paixão foi um suporte para doces. Ela até disse que encontrou pratos lindos na França (ea foi pra lá na lua demel!) para fazer o suporte e lembrou de mim (olha que fofa!). Depois, passou a ser uma bicicletinha. E, por fim, a minha grande paixão virou os porta-retratos que ela fez…

No casamento dela, muita coisa foi DIY. E foi por causa dela que eu comecei a me aventurar no artesanato.

Há pouco tempo, a Raq me mandou algumas imagens de detalhes da decoração de seu casamento. E são estas aqui. Fico boba só em pensar que foi ela que fez todos estes detalhes lindos! E eu, bem copiona, pedi autorização para (tentar) fazer no meu casamento também. Repare nos lacinhos dos porta-retratos e no tecido aplicado no fundo… Achei tão fofo!

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Um apelo

Nesta missão: noiva, descobrimos muitas coisas. Algumas são óbvias, como o fato de vários fornecedores pedirem valores maiores no momento em que descobrem que o evento social, na verdade, é um casamento. Outras são levemente maquiadas, como:

– o fato de os valores enviados por alguns fornecedores serem diferentes conforme o espaço em que você se casa

– o grau de interesse de alguns fornecedores varia conforme o local onde você se casará (já que isso, teoricamente, interfere diretamente em quanto você está disposto a investir em determinado item para o seu casamento)

Por isso, em nome da Janne Q., do grupo de noivas, e meu também, aqui vai um apelo aos fornecedores: não deixem de responder aos e-mails de solicitação de orçamento. Sabemos que vocês recebem muitos, mas ignorar uma possível cliente com muitos sonhos e que deseja transformar o seu dia no momento mais especial da sua vida com, possivelmente, a sua participação, fornecedor, é muita falta de educação. E falta de coração também. É preferível dizer que você não tem mais a data a simplesmente não responder. Ou pior: dizer que não dá. #FICADICA

Só uma observação: não estou generalizando. Tem fornecedores muito atenciosos. Mas tem uns…

O que precisa ser feito

Amanhã eu já volto a trabalhar, por isso a quantidade de tempo disponível para ver assntos casamentícios diminui (uma pena… estava me divertindo tanto…. Queria ter mais umas duas semanas de férias para ver algumas outras coisinhas e, principalmente, finalizar as partes de reunião. Eu juro que achei que, quando acabassem as minhas férias, teria conseguido finalizar isso… E ter visitado lojas de móveis planejados para o apartamento e ter pesquisado tipos de pisos em lojas de materiald e construção (contagem regressiva para a entrega do apartamento: quatro meses). Mas não foi bem assim.

Minha lista do que ainda precisa ser feito:

– degustação com Pecadille

– degustação com Ariane Chocolates

– degustação com La Passione

– degustação de bem-casados (vários e eu nem sei os nomes…)

– reunião com Janete Pimenta

– enviar e-mail com informações sobre a decoração para Perfect Flower 

– reunião com Toninho Decorações

– última tentativa Michele Navega

– reunião com Musiccata (preciso ver ao vivo se eles são tão bons quanto são no You Tube)

– pesquisar fornecedores de vídeo (com qualidade e preço – beeeeeem – acessível)

– pesquisar DJs

– pesquisar bandas

– pesquisar locação de carro

– procurar sapato mais baixo para a festa (estou procurando, mas não consigo encontrar!)

– comprar renda preta (na verdade, tenho que ligar toda semana na loja paraverificar se o produto já chegou)

– aprender a fazer laço de bem-casado (ele é diferente e eu não consigo aprender a fazer)

– finalizar as minhas “artes” (terminar de pintar tudo de branco!)

– começar a pensar no chá de cozinha (mais ou menos eu já pensei)

– definir destino da lua de mel (já começamos a pensar, mas falta finalizar)

– fazer os corações (ou pelo menos um teste)

– achar um desenho para as toalhas (mesa de guloseimas e mesa da photo booth)

Mais coisas que precisam ser feitas estão aqui; do que precisa ser comprado na 25, aqui; e o que precisa  ser contratado, aqui.