Missal em formato de leque – como fazer

Minha ideia inicial, quando pensei em como fazer o missal, era deixá-lo em formato de leque, mas o leque de madeira me conquistou e uma das meninas lá do grupo de noivas do Facebook disse que estava complicado de fazer, aí eu desisti de vez.

Mas outro dia encontrei no blog Intimate Weddings (blog que eu amo amo amo, by the way) um tutorial que faz com que eu acredite que é possível.

Olha só.

Material…

Passando fita dupla face para colar os lados do papel…

Posicionando o palito de sorvete (do mais largo – aliás, onde comprar isso?)

Arredonda as bordas com furador de papel…

Passando a fita no furo do palito de sorvete…

E pronto. Ok. De verdade, verdade é para ficar deste jeito aqui.

Porque o verso do missal tem “brincadeirinhas” para entreter os convidados, mas eu acho essa história de entreter os convidados bem estranha. É como colocar mágico ou caricaturista. Não sei…

Mas, de qualquer forma, acho que ficou super bonitinho… E fácil até, né?

Original, em inglês, aqui.

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Tapete de espelho

Acho que depois da lista, da escolha do fotógrafo e da definição de como o casamento (o evento como um todo) vai ser, a decoração da Igreja vai ser a parte mais difícil.

Imagina um bando de noivas tendo que chegar a um lugar-comum? Não é à toa que 99% das decorações que eu já vi na Capela da PUC (ok, nas Igrejas, em geral) são em branco e verde. É mais fácil de chegar a um acordo.

Eu confesso que sou muito chata com esse tipo de coisa. É mais uma das minhas várias chatices, fazer o que? Mas tem muita coisa que eu não gosto e acho brega ao extremo. Por exemplo: odeio Igreja lotada de flor. Acho um mega desperdício. Já pensou pra onde vão todas aquelas flores em quatro, cinco horas? Pro lixo!!! Tudo bem que hoje em dia existe um projeto super legal como o Flor Gentil, que aproveita todas essas flores, faz novos arranjos e distribui para asilos e hospitais (quer ser voluntário e ainda aprender a fazer arranjos?) Mas, de um modo geral, é um dinheirão jogado fora. Por isso prefiro uma coisa mais simples. Além disso, a Capela da PUC é tão bonita que não precisa de um exagero de decoração (ela acaba ficando poluída. Aliás noivarada, vamos lembrar? Menos é mais!).

Outra coisa que eu odeio é passadeira. Aquele negócio verde, vermelho e até preto no meio do caminho pro altar é muito feio. Sem contar que mais uma coisa muito bonita que a Capela da PUC tem é o piso. É lindo demais. E o piso central é diferente do piso lateral. Um espetáculo!20110825-034153.jpg

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Mas toda essa volta era pra chegar no motivo real do meu post: o tapete de espelho (mais pra frente, quando as coisas estiverem mais organizadas na minga cabeça, escrevo sobre decoração de Igreja – preciso lembrar disso).

A primeira vez que vi um tapete de espelho foi lá no Facebook, no grupo de noivas (ainda era o antigo, pra se ter uma ideia – no começo do ano). Acho que foi no casamento da Damaris. Sabe amor à primeira vista? Foi o caso. É uma das coisas mais bonitas que já vi. Mas é muito raro encontrar fotos de casamentos que tenham usado (o que me faz questionar se não é caro!). Sem contar que as fotos ficam lindas demais! Minha mãe também adorou! Quando eu for ver decoração da Igreja, vou cotar esse tapete. Quem sabe, se não for tão caro, e as outras noivas do dia não quiserem, eu coloco só no meu casamento – meu horário é o último mesmo…

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Fontes: são fotos do meu arquivo e eu, claro, esqueci de anotar a autoria. Se você souber, me avise

Músicas (para a Igreja) escolhidas

Música tem presença constante na minha vida. Principalmente instrumental. Sou louca por Andre Rieu. Tenho vários DVDs. E desde que comecei a ver os preparativos para o meu casamento penso em quais músicas vou usar na Igreja. São seis no total: entrada dos padrinhos e do noivo, entrada da noiva, entrada das alianças, bênção das alianças, cumprimentos e saída. Mas já mudei tantas vezes que é até engraçado.

Hoje, mostrei as músicas para a minha mãe e ela reprovou a música da entrada. Mostrei a segunda opção e obtive um OK. Não ia mudar, mas ouvi tantas vezes as duas que fez muito sentido a mudança. O impacto é muito maior (minha mãe disse que na primeira parecia que eu estava casando forçada).

Falta ainda a música da entrada do Fê, mas como ele ainda não se manifestou (apesar de eu ter dito que eu estava esperando as sugestões dele), vou deixar em aberto. Mas já tenho uma boa ideia do que será.

A única coisa chata é que tem um monte de músicas que eu queria colocar e simplesmente não encaixam. Ou até encaixam, mas precisam substituir algum outra. Complicado. Mas adorei escolher.

Agora falta orçar os músicos e escolher o fornecedor. Mas esta parte é mais fácil.

Ah, só pra registrar: faltam 626 dias para o meu casamento.

O dia chegou!!!

Sabe muito feliz? É assim que estou hoje! Marquei meu casamento na Igreja! Vai ser na Capela da PUC, como eu já havia dito aqui, no dia 11 de outubro de 2012, às 21h. Tenho o meu Guia de Noivos, o livro com a história da Capela, a relação com os documentos necessários…

É o segundo passo importante para o casamento. O primeiro foi a compra do vestido. Agora: a data na Igreja!

Faltam 631 dias para o meu casamento!!!

A segunda opção – Igreja

Já que a capela do Santa Marcelina está fora, hoje passei lá na Capela da PUC. E fiquei encantada. Ela é super pequeninha, bonitinha, com pisos diferentes… Fiquei pensando na decoração, que tem que ser super simples. Coloquei no ipod algumas músicas… NOSSA!!! Quase chorei!

Olha que coisa mais linda é a Igreja (as fotos são com o telefone, então…)

 O altar…

O teto… a coisa mais linda! O motivo por eu ter me apaixonado por esta igreja (o que você pode ler aqui)

Olha o chão! São dois pisos distintos: um para os bancos, outro para o caminho central… colocar uma passadeira aí tira toda a beleza do espaço (na minha opinião, claro). Mas se você reparar nas fotos do post do link que está aí em cima, ambas as noivas colocaram passadeira…

Vou confessar uma coisa (algo bem a minha cara…) Foi até bom porque a capela do Santa Marcelina é grande demais para a quantidade de convidados…

Ah! Só pra explicar a bipolaridade: no post (do link) eu já tinha escolhido a Igreja, mas sempre mantive na cabeça a ideia de que ainda poderia ser no Santa Marcelina. Ninguém tinha me dado motivo… quando a Arquidiocese explicou, aí eu realmente percebi que não tinha mais jeito. Por isso a volta para a Capela da PUC. Pode parecer estranho, mas eu sou assim. E, aos poucos, as pessoas se acostumam. Ou não.

10/11/10 – A escolha da Igreja

Um dos meus primeiros posts foi sobre Igreja. Comecei a ver preço de váaaaarias, mas ainda nem estava certa se iria casar na Igreja. Não tinha interesse, na verdade. Mas o Fê fazia questão. Passou-se o tempo e três meses depois, cá estou eu aqui, falando novamente sobre o assunto. E não é que ele virou realidade.

A história desde o começo

Quando eu e o Fê começamos a falar em casamento (logo após a compa do nosso apartamento), tinha em mente uma cerimônia no civil (apenas) e um almoço em um lugar bem bacana com a família mais próxima.  Acontece que ele não queria isso. Queria uma festa gigantesca, á noite, com direito a cerveja, muita música e bebida. Foram várias semanas até a gente chegar a um lugar comum: cerimmônia na Igreja para família mais próxima, sem decoração, sem coral, sem muitos convidados e uma grande festa. Acontece que o tempo passou, as pesquisas aumentaram, o vestido foi encontrado, as fotos vistas foram muitas e eu acabei ficando looooouca por um casamento na Igreja. Mais precisamente um casamento na Capela da PUC. Encontrei cada foto maravilhosa do teto da capela que acabei não resistindo. Mas o Fê não queria DE JEITO NENHUM. De certa forma, até compreendi (os ga$to$). Mas queria muito. E minha mãe (que não é fã de festa, by the way, mas de uma viagem de marcar a vida) disse: se é o que você quer, é o que você terá. Linda, não?

Liguei nesta semana para a capela e já tem um hoário reservado para o meu dia (o que eu queria…), mas se eu correr e encontrar LOGO o salão, posso marcar para o horário seguinte. Ou vou ter que mudar de data (buáaaaaaa)..

Pra se ter uma ideia do que eu estou falando…

Capela da PUC

Foto: Divulgação

http://www.capelapuc.org.br

 

Capela da PUC - MV7 Foto: MV7 (Macia Piveta & Vladimir Nacci Fotografia)

www.mv7.com.br