Meu buquê de broches

Eu já tinha falado aqui que tinha feito um buquê de broches, mas há muito tempo tento colocar a foto e não consigo. Mas é porque eu simplesmente ainda não recebi as fotos. Então, fiz uma seleção de fotos em baixa mesmo e posto aqui.

Pra quem ainda quer fazer, é chatinho o trabalho? É. Cansa, machuca a mão, irrita porque a forma fica errada nas dez primeiras vezes que você monta. Depois você não gosta da combinação de cores. Aí percebe que tem peças que são muito mais legais e resolve redistribuir. E troca cores. Mas passado tudo isso, é muito legal ver o resultado, receber os elogios e saber que foi você que fez.

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Falei sobre buquê de broches aqui e mostrei como fazer aquiaqui e aqui.

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20 dias e ainda em ação: costura, pinta, cola – e toma vacina

Às vezes tenho a sensação de que quanto mais eu faço, mais há o que fazer. Ontem à noite, fiz muita coisa! Muita! Levei minhas fotos (para o varal) para revelar no Wal Mart, aproveitei para comprar o tal Vanish (e já tinha comprado um no dia anterior, ma o errado! Tinha que ter sido o White) para colocar as minhas toalhinhas d emolho (elas estão tão amareladinhas, tadinhas…), pintei as letrinhas que eu tinha comprado pela manhã para fazer a plaquinha da massagem e ainda transformei porta-retratos de mesa em porta-retratos de parede (sozinha! comprei os triângulos e os mini pregos e ainda usei o martelo – pela primeira vez. Maior orgulho de mim… ), fiz ainda os detalhes em strass no meu sapato…

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Ontem à tarde chegaram as caixas de espumantes que compramos para o casamento (aliás, eu já contei que o rótulo que a gente tinha escolhido – e contado sobre isso aqui – não é mais comercializado e a gente teve que escolher outro? A Jallas mandou três opções para a minha casa para fazermos a degustação e acabamos escolhendo uma delas. Deu super certo!).

20120921-102528.jpgOutra coisa que fiz ontem  foi conversar com a fotógrafa para ver a questão da photo booth. Preciso de um terceiro fotógrafo para ficar lá em tempo integral. Só que uma coisa com a qual estou preocupada é a questão da iluminação nesse espaço. O problema é que eu acho que a photo booth fica mais legal ao lado da pista. Por quê? Povo bebe, fica alegre e tira foto. Mas o que acontece… é um lugar não tão bem iluminado… e o ideal, segundo a minha fotógrafa querida, Marcia Piveta, é não usar o flash pra que o fundo não fique… bom, vou colocar o que ela explicou… mais fácil.

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Realmente ao lado da pista, onde é tudo escuro, vai complicar a vida do fotógrafo porque vai ser obrigado a usar um flash. Se usar flash direto matou a foto, e mesmo que use um remoto (luz direta porém de um ângulo diferente do frontal) o fundo vai embora, fica feio eu acho.  O ideal era ter uma luz contínua (luz ambiente)  para que o fotógrafo possa fotografar sem flash, fica uma luz mais harmoniosa..  Pode-se, de repente, pensar em jogar umas duas luzes do palco direcionadas para o local, não muito fortes, para que o fundo venha mais suave.
Pode ser um LED mais forte um pouco em um tripé, é que aí não deixe de ser uma luz direta, pontual, não é difusa como uma lâmpada, por exemplo, que se espalha. O LED é direcionado e gera uma sombra dura atrás, como é o flash direto ou o remoto, isso é que eu não acho bacana pra esse tipo de imagem. Por isso seria, na minha opinião, melhor um local mais iluminado.
É mais ou menos como voce fotografar com a luz do sol forte e fotografar em um dia nublado, entende?  São luzes diferentes, uma fica muito boa pra certas fotos e outra para outras.

Entendeu? Eu entendi mais ou menos, mas lá vou eu conversar com a Vivi novamente. (Aliás, minha última reunião – de prova de arranjo já está agendada! Muito emocionante!) Acho que vou ter que deslocar a photo booth (Vivi me mata!).

E o que eu fiz hoje logo cedo? Fui tomar vacina contra febre amarela e já tirei minha carteirinha de viajante. Prontinha para viajar já.

A saída dos noivos da igreja

Bolinha de sabão, sparklers, chuva de arroz, papeis picados, pétalas de rosa, “arroz de açúcar”, balões… São inúmeras as opções para este momento da saída… que, na verdade, é só um enfeite pra foto, vai? Mas é tão bonitinho…

Já faz um tempo que não tiro isso da cabeça… o que colocar? O problema é o seguinte: a cerimônia será à noite, a Capela da Puc é minúscula e o espaço da saída também. E se pensar que ainda tem um carro estacionado então… E coitadas das noivas dos primeiros casamentos que querem planejar algo para este momento… ainda têm que guerrear pelo espaço com os convidados dos casamentos posteriores… Mas tudo bem. O meu é o último do dia.

Fui então procurar nas fotos da Marcia Piveta, minha fotógrafa, para ver o resultado…

Papel picado

Arroz

Bolinhas de sabão

Ou palmas mesmo. É clássico, mas sempre bonito (mas tem que contar com alguém que puxe para não perder o timing).

Sabe que não encontrei nenhuma foto com sparklers?

Bom, cheguei a perguntar para a Marcia a opinião dela (falando que tenho medo que alguém escorregue no meio do caminho) e o que ela respondeu: “Com relação à saída, o arroz mesmo é proibido porque escorrega, os papéis picados e pétalas de rosa também escorregam, a arroz de “açúcar”, como o pessoal fala, se desfaz quando voce pisa nele.  As bolinhas de sabão só vão fazer alguém cair se forem em grande quantidade, só aquele pouquinho que o pessoal assopra na saída da igreja não derruba ninguém, de todos é o que eu mais gosto”.

Vou continuar pensando…

Em contrapartida…

Este é um post-elogio. Uma quase ode (quem dera!) a alguns bons fornecedores. Depois do último post fiquei meio chateada… E aí lembrei como existem pessoas que são, além de muito competentes, muito legais. E fiz uma pequena lista delas. Lógico que aqui não estão todos, mas estão alguns com quem tive um pouco de contato.

Shirley Yáñez. A Shirley é assessora no Rio. E eu sou fã número zero dela. Descobri a Shirley em 2010. Ela escreve o blog Para Falar de Casamento, espaço repleto de boas ideias e imagens lindas de viver. Tive a sorte de ganhar um sorteio no blog (o que me rendeu, no dia 24 de dezembro de 2010 uma caixa de brigadeiros sortidos da Coisas de Alice (muuuuito bons!). O presente veio numa caixinha linda com um cartão mais fofo ainda. A Shirley é uma daquelas pessoas meigas e de bom coração. Além de competente. Sabe aquele tipo de pessoa de quem você só ouve elogios? E as belezas que são os casamentos nos quais ela trabalha? Sempre diferentes, sempre lindos, sempre românticos. É aquele tipo de coisa que você olha a foto e fala: “Só podia ser casamento da Shirley mesmo”. Sem contar que ela ajuda as noivinhas, mesmo sabendo que você não mora no Rio (cidade de origem dela) e, por isso, você não a contrataria. Ela responde comentários e visita humildes blogs de noivas como eu. Shi, se você estiver lendo, sou sua fã. E se eu fosse do Rio nem pensaria duas vezes para te contratar. Ainda que fosse só para o cerimonial do dia.  

Janete Pimenta. A Janete é a Shirley da decoração. O blog dela, Pepper Wedding, é maravilhoso. Um daqueles que você pega do começo ao fim, sem nem perceber o tempo passar. Só pra ver o que ela andou aprontando nos últimos anos. E tudo, sempre, é lindo. A primeira vez que a vi foi no Bride’s Day, evento da Cristina Nudelmann, que aconteceu no começo do ano passado. Imaginava uma mulher toda metida e afetada. Fiquei impressionada com o quanto é diferente. Ela é simples, apesar de todo o nome que tem. Mais um ponto pra ela. A Janete é daquele tipo de fornecedor que parece que é amiga. Você lê o blog, segue no Twitter, comenta de cá, comenta de lá e, mal percebe já acha que conhece a pessoa (guardadas as devidas proporções, claro). Sou fã. Ela comenta aqui de vez em quando, ajuda, dá opinião. Ela é o máximo! E um absurdo de competente. Daquele tipo de fornecedor que você pode ficar tranquilo. Porque tudo vai dar certo. Certeza! Ainda preciso fazer reunião com ela. Só $$$ e data indisponível podem fazer com que não dê certo.

Marcia Piveta. Minha fotógrafa fofa, fofa, fofa. Adoro a Márcia. Eu a enxergava como baixinha invocada (ela é quase do meu tamanho e se você ler os tuítes dela, vai comprovar a outra parte), mas descobri que é um amor de pessoa. Foi a primeira fotógrafa de  casamento que conheci. Foi responsável por eu ter escolhido me casar na Capela da Puc. Foi a primeira reunião que fiz. E, um ano e não sei quantos meses depois, conseguimos fechar. Vários percalços no meio. Fiz um milhão de mudanças nas nossas negociações. Enxi o saco dela, coitada, mas ficou bom para ambas as partes. Espero. Sou fã da minha fotógrafa. 

Rafael Karelisky. Fotógrafo super competente e simpático. Mas como ele faz muito editorial de moda, sempre que penso nele, penso que ele faz fotos de noivas muito bonitas. Não sei… Acabei contratando o Rafael para fazer fotos de executivos para uma empresa onde trabalhava. E ficaram muito boas! Muito boas mesmo! Ele é o tipo de profissional que vai, arrisca. É meio molecão (acho que ele tem 26 anos…), mas super profissional. Me indicou fornecedores de decoração. E… a Janete Pimenta (“fala que eu indiquei!”).

Danilo Siqueira. Pense em um fotógrafo competente. Com fotos lindas. Lindas, lindas, lindas. É o Danilo. Ele não pode pegar meu casamento porque trabalha como publicitário durante a semana (e o meu casamento é numa quinta-feira). O valor também estava acima do que eu podia pagar. Mas foi super simpático. Mesmo.

Evolution Wedding. Meu contato foi com o Pará, um dos sócios da empresa. Mineiro super simpático e que fala pelos cotovelos. Ele capta exatamente o que você quer, faz um milhão de perguntas para tentar entregar pra você o melhor trabalho possível. O valor é alto para o meu orçamento, mas posso dizer que compensa. Ah! E eles fazem same day edit, o que é muito legal. E são de Belo Horizonte.

Santo Vício Chocolates. A Stella, proprietária da empresa é super simpatica. E os doces são maravilhosos! é experimentar um e falar “Noooossa!”. Experimentar o outro e seguir com mais um “Noooossa!”. Enviou até indicação de vídeo, depois da degustação (tinha comentado que ainda faltava contratar). E ela nem tinha obrigação de nada. Simpático, né?

Fechei fotografia

Eu nem acredito que estou falando isso. Bom, assim como fiz com post do cerimonial do dia, ainda não assinei o contrato (mas já está tudo certo agora, viu?), mas está fechadíssimo. Fechei com a MV7, a empresa da Marcia Piveta e do Vladimir Nacci.

Já falei tantas vezes sobre a Marcia aqui no blog (não lembra? Leia, na ordem, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui e aqui) que tudo indicava que isso iria acontecer, mas sabe quando falta alguma coisa? Então… foi super difícil a decidir. Uma das coisas mais difíceis. De verdade! Achei meu vestido em dois dias ou três lojas. Ou pouco mais de 10 modelos. Mas fotografia eu procuro desde setembro do ano passado. Pra se ter uma ideia, nossa primeira troa de e-mails é do dia 14 de setembro. E ela foi a segunda fotógrafa com quem entrei em contato. E foi responsável por eu ter escolhido me casar na Capela da PUC.

Ontem, finalmente, conseguimos fazer uma reunião. A primeira tinha sido em julho, mas o Fê não foi. E, apesar de todo mundo ter preferido o trabalho da Marcia, inclusive ele (que não queria nem mais saber de olhar outros fornecedores), era ainda preciso uma reunião para que ele pudesse conhecê-la. O nosso problema, como sempre, é tempo. O Fê trabalha muito e, são poucos os finais de semana que ele tem livre (de sete em sete semanas isso acontece!). Como este foi um desses nilagrosos, tentamos marcar a reunião pessoalmente. Mas não deu. O que acontece é que a Marcia também tem uma agenda apertada, por isso, tivemos que marcar via Skype. Parece inacreditável, mas é verdade. Imagina a gente está praticamente na mesma cidade (a gente em São Paulo, ela em São Caetano) e a gente não consegue se encontrar. Bom, foi a única solução encontrada. Mas não é que deu certo? Meses tentandoa  reunião e em dez minuitos conseguimos fechar tudo.

Bom, agora temos os detalhes… assinatura de contrato, depósito para garantir data, pagamento… Mas já está tudo certo! A Marcia será nossa fotógrafa e, caso eles não fechem um segundo casamento na data, o Vladimir (o autor da foto da Capela da PUC) estará em nosso casamento (tomara!!!).

Demorou, mas deu tudo certo. E parece que tinha que ser assim.

Bom, pra finalizar o post, separei algumas fotos da Marcia e do Vladimir para colocar aqui. Ok, eu sei que já fiz isso várias vezes, mas agora é oficial, né?

 

 

 

Pequena atualização: a escolha do fotógrafo

São agora cinco (e não quatro!) os fotógrafos da seleção final: Marcia Piveta & Vladimir Nacci, Carla Camp, Rafael Karelisky, Foco Estúdio e Túlio Vidal.

A Marcia e o Vladimir visitamos no sábado. A Carla, hoje. O Rafael conheceremos amanhã. Com o Nelson, da Foco conversaremos na sexta. Falta só o Túlio, que ainda nem mandou o orçamento. Vamos, seu Túlio!

(Só pra constar: a história do Túlio eu conto depois…)

Primeira reunião com fotógrafa

O próximo passo da organização do casamento vai ser a contratação do fotógrafo. Ia esperar um pouquinho mais, mas como a Silvia, uma amiga que se casa em novembro do ano que vem, já quer contratar, fomos juntas visitar a Marcia Piveta e o Vladimir Nacci, do MV7, já citados neste blog algumas vezes (leia aqui, aqui e aqui).

Na verdade, já pedi um zilhão de orçamentos dos mais variados fotógrafos. Já foram Danilo Siqueira (uns R$6.000,00 sem álbum), Fernanda & Sharon (uns R$ 7.000,00), Juliana Mozart (uns R$10.000,00), Ricardo Büchner,  (uns R$ 4.000,00 sem álbum), Dani Starck (R$ 2.000,00 com álbum fotolivro + passagem e hospedagem para duas pessoas – Curitiba – São Paulo), Edu Federice (uns R$ 5.000,00), Juliano Godoi (uns R$ 4.000,00 sem álbum). Os valores são todos arredondados, e, claro, podem sofrer altrações (alguns dos orçamentos pedi no ano passado, outros neste ano…) 

Fiquei com quatro opções neste momento. Todos do estilo que eu chamo de fotojornalismo sensível (aí não teve jeito, teve que ser na relação custo x benefício mesmo!): Carla Camp, Foco Estúdio, Rafael Karelisky e Marcia Piveta & Vladimir Nacci.

Marcamos com a Carla na próxima terça. Com o Foco Estúdio quero fazer reunião ainda  nesta semana, assim como com o Rafael e com a Marcia foi no sábado.

Gosto muito do trabalho da Marcia. Primeiro porque foi graças a uma foto do MV7 que eu decidi me casar na Capela da PUC.

O casal é uma simpatia só. Receberam nós três (eu, a Silvia e o Diego, o noivo dela) no apartamento deles. Mostraram álbuns diferentes, fotos diferentes e ainda um vídeo com um compilado de fotos feitas na Capela da PUC. Material lindo, sensível, com ângulos diferentes.

A gente ainda conseguiu uma forma de pagamento interessante para o caso de nós duas fecharmos. Mas o problema ainda é o valor. O trabalho, lógico, é lindo. Em relação aos outros, o valor acaba ficando melhor. (R$ 4.100,00 para o álbum 24×30 ou R$ 5.000,00 para o álbum 30×30 – mais a forma de pagamento “diferenciada”, digamos assim).

Sei que tenho que pensar nisso como um investimento. Afinal, a foto é o que vai ficar do casamento. Mas é muito dinheiro, né? Porque ainda tem vídeo pra contratar. Por isso fiquei meio em dúvida. E a Sil e o Diego também. Não questionamos a qualidade em nenhum momento.

Não é à toa, né?

Bom, terça-feira tem a Carla Camp. Depois conto o que aconteceu.