Casei! E (quase tudo) foi assim

Foi a notícia da semana! Mais de um mês depois, consigo ver a decoração do casamento. Graças a Vivi (minha decoradora fofa fofa fofa da Luz & Arte). Eu sei que sou suspeita pra falar sobre a decoração do meu casamento, detalhadamente pensada, desenhada e discutida. Por mim. E maravilhosamente executada – e aprimorada – pela Vivi. Tem coisas que poderiam ter sido feitas e não foram? Claro. Passei muito tempo vendo coisas sobre casamento… era só um salão… só um tema. Uma escolha. Mas modificaria muito pouca coisa!  E fiquei muito feliz com o resultado.

Ver os detalhes que eu fiquei pesquisando em busca de referências. Ver aquelas coisas que eu amei na decoração dos outros tomando forma no meu casamento. Ver os objetos que peguei com a minha mãe (vasos, livros, toalhas), a minha avó (a cortina da mesa de doces!), a minha madrinha (olha a sua bicicletinha, Nati!). Ver os detalhes que EU fiz. Aos quais dediquei horas e horas das minhas madrugadas (e foram muitas madrugadas.). Nem acredito. De verdade. E o pior… lembrar que nem reparei nisso tudo no dia.

Mas foi assim. Pelo menos a decoração do salão.

Para explicar o salão. Ele fica no segundo andar do prédio do Clube Português. Os convidados subiam dois lances de escada. No primeiro, ficavam o varal de fotos, os bem-casados e a mesa de saída. No segundo, o lounge da massagista e a mesa de recados.

Na foto abaixo, ainda não há o porta-retrato com a nossa foto da igreja. Só a dos nossos pais. Mas já dá para ter uma ideia. E tem as luzinhas da banda, que ficaram maravilhosas. Mas depois eu vejo se consigo fotos disso.

Peço desculpas pelo excesso de empolgação, mas depois de tanto tempo esperando para ver as imagens, não consigo me conter. Então, com decoração da Vivi, da Luz e Arte; identidade visual e papelaria da Camis, do Noiva Diferente; sousplats e forminhas cortadas a laser da Piperina (olhe na mesa de doces que coisa mais linda! e os sousplats lindos lindos na mesa dos noivos!); muito DIY e pesquisa desta que vos fala e fotos de Denis Batista, eis a decoração do meu casamento. A todos, o meu muito obrigada. Por terem participado deste momento tão especial. Por terem transformado o meu sonho em realidade.

Primeiro hall

Segundo hall

O salão

Photo booth

Banheiro

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20 dias e ainda em ação: costura, pinta, cola – e toma vacina

Às vezes tenho a sensação de que quanto mais eu faço, mais há o que fazer. Ontem à noite, fiz muita coisa! Muita! Levei minhas fotos (para o varal) para revelar no Wal Mart, aproveitei para comprar o tal Vanish (e já tinha comprado um no dia anterior, ma o errado! Tinha que ter sido o White) para colocar as minhas toalhinhas d emolho (elas estão tão amareladinhas, tadinhas…), pintei as letrinhas que eu tinha comprado pela manhã para fazer a plaquinha da massagem e ainda transformei porta-retratos de mesa em porta-retratos de parede (sozinha! comprei os triângulos e os mini pregos e ainda usei o martelo – pela primeira vez. Maior orgulho de mim… ), fiz ainda os detalhes em strass no meu sapato…

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Ontem à tarde chegaram as caixas de espumantes que compramos para o casamento (aliás, eu já contei que o rótulo que a gente tinha escolhido – e contado sobre isso aqui – não é mais comercializado e a gente teve que escolher outro? A Jallas mandou três opções para a minha casa para fazermos a degustação e acabamos escolhendo uma delas. Deu super certo!).

20120921-102528.jpgOutra coisa que fiz ontem  foi conversar com a fotógrafa para ver a questão da photo booth. Preciso de um terceiro fotógrafo para ficar lá em tempo integral. Só que uma coisa com a qual estou preocupada é a questão da iluminação nesse espaço. O problema é que eu acho que a photo booth fica mais legal ao lado da pista. Por quê? Povo bebe, fica alegre e tira foto. Mas o que acontece… é um lugar não tão bem iluminado… e o ideal, segundo a minha fotógrafa querida, Marcia Piveta, é não usar o flash pra que o fundo não fique… bom, vou colocar o que ela explicou… mais fácil.

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Realmente ao lado da pista, onde é tudo escuro, vai complicar a vida do fotógrafo porque vai ser obrigado a usar um flash. Se usar flash direto matou a foto, e mesmo que use um remoto (luz direta porém de um ângulo diferente do frontal) o fundo vai embora, fica feio eu acho.  O ideal era ter uma luz contínua (luz ambiente)  para que o fotógrafo possa fotografar sem flash, fica uma luz mais harmoniosa..  Pode-se, de repente, pensar em jogar umas duas luzes do palco direcionadas para o local, não muito fortes, para que o fundo venha mais suave.
Pode ser um LED mais forte um pouco em um tripé, é que aí não deixe de ser uma luz direta, pontual, não é difusa como uma lâmpada, por exemplo, que se espalha. O LED é direcionado e gera uma sombra dura atrás, como é o flash direto ou o remoto, isso é que eu não acho bacana pra esse tipo de imagem. Por isso seria, na minha opinião, melhor um local mais iluminado.
É mais ou menos como voce fotografar com a luz do sol forte e fotografar em um dia nublado, entende?  São luzes diferentes, uma fica muito boa pra certas fotos e outra para outras.

Entendeu? Eu entendi mais ou menos, mas lá vou eu conversar com a Vivi novamente. (Aliás, minha última reunião – de prova de arranjo já está agendada! Muito emocionante!) Acho que vou ter que deslocar a photo booth (Vivi me mata!).

E o que eu fiz hoje logo cedo? Fui tomar vacina contra febre amarela e já tirei minha carteirinha de viajante. Prontinha para viajar já.

Download de apetrechos para photo booth: um resumo

Muitas noivinhas acabam chegando ao blog por pesquisas no Google sobre photo booth. Aqui já cooquei várias informações sobre photo both, mas nunca reuni em um único lugar todos os posts e links do que já foi publicado. Por isso, escrevo este novo post.

Neste link aqui você encontra o passo a passo de como eu fiz os meus apetrechos para photo booth. Na verdade, comecei a falar sobre o assunto neste outro post aqui (mas não deu certo e tive que replanejar esta história).

O primeiro post que escrevi sobre apetrechos/acessórios/props para photo booth foi este aqui. A fonte de origem é o blog da Constance Zahn.

O segundo foi este aqui e a fonte de origem foi o blog Oh Happy Day.

Por fim, um outro post reuniu dois endereços de blogs que disponibilizaram arquivos para download: aqui, Accent the Party e Wedding Teets.

Para que quer acessar direto, os links são os seguntes:

Constance Zahn: aqui.

Oh Happy Day: aqui, aqui e aqui.

Accent The Party: aqui.

Wedding Tweets: aqui.

Apetrechos para photo booth – como eu fiz

Sim, eu con segui fazer meus apetrechos! Já tinha contado aqui como eu comecei a fazer, mas, para se ter uma ideia, a história é a seguinte: encontrei os arquivos para impressão em alguns blogs diferentes (na verdade, dois: o da Constance Zahn e o Oh Happy Day), imprimi, recortei e… lá fui eu até a Papelaria Universitária comprar um papel mais durinho.

O tutorial do Oh Happy Day (falei sobre isso aqui) falava para colar em papel metier e recortar com um estilete de alta precisão (não consegui encontrar a tal de Exacto Knife em nenhum lugar, mas achei um joguinho com três estiletes que, diz a embalagem, são de alta precisão).

Só que o tal papel metier é caro… R$ 9,90 uma folha A3 e eu não tive coragem de comprar. Peguei o papel Paraná (R$ 1,00 a unidade de A3). Por mais que ficasse durinho, não conseguia recortar. As rebarbas ficaram horrorosas e não houve precisão em estilete ou tesoura que conseguissem consertar. Resolvi, então, que eu teria que comprar ou isopor (porque o teste com um daquelas bandejinhas de frios funcionou) ou o próprio metier. Procurei isopor, mas todos que encontrei eram muito grossos e eu corria o risco de o isopor acabar quebrando. E aí, entre as embalagens de coisas que comprei na 25 de Março outro dia, encontrei um papel que parece metier. Mas eu não tenho certeza.

Tentei fazer com ele e achei o máximo, mas…

E aí, lá estava eu decepcionada comigo e com a minha photo booth, pensando em como eu poderia resolver isso e já considerando desistir, quando eu peguei um papel reciclado 180g (e peguei este, na verdade, porque eu o utilizo como teste para tudo) e pensei “Bem que poderia dar certo, né?”. E resolvi fazer (atrapalhar não iria mesmo…). E não é que deu certo? Ficou durinho, sim! O palitinho aguentou!

Fiquei tão empolgada que fui fazendo até as impressões chegarem ao fim (é que levei algumas coisas para a casa da minha avó e só trouxe uma parte para cá… Então, tenho poucas coisas aqui – aquelas que eu considerei as mais importantes). Aos poucos, foi ficando fácil e divertido. Resolvi, por isso, fazer um passo  a passo para mostrar como eu fiz. O primeiro do blog. E faço isso porque acho que pode ajudar outras noivinhas que estão também tentando fazer…

Material:

– impressões semi recortadas

– tábua de carne

– tesoura afiada

– estilete (eu utilizei dois: um mais grosso, para o recorte das partes internas das imagens, e outro mais fino, quando sobrava alguma rebarba ou para cortar o durex que sobrava)

– durex

– fita dupla face

– papel 180g (acho que, com tesoura, deve dar até para ser 240g – 300g depende da tesoura)

– palito de churrasco

Como fazer:

Coloque fita dupla face na impressão.  Não é necessário forrar o papel com a fita. Eu deixei alguns espaços entre uma fita e outra. O grande cuidado que eu tive foi colocar fita dupla face nas pontas do desenho.

Depois, colar a impressão com a fita dupla face no papel escolhido (no meu caso, o 180g).

Recortar o contorno com a tesoura.

O meio (no caso da máscara, os olhos), eu recortei com o estilete maior.

Depois, é só pegar o palito de churrasco e colocar durex para formar a haste. Todos os excessos eu retirei com o estilete mais fino. E pronto!

E olha como ficaram bonitinhas… Ok, não ficaram perfeitas, mas fui eu que fiz! Maior orgulho…

Acessórios para photo booth e outras coisinhas

2012 começou e com janeiro iniciam-se também as minhas atividades casamentícias.

A primeira coisa que decidir fazer neste ano foi organizar a questão da photo booth. O backdrop já tenho bem definido como será. Mas antes preciso passar no salão, medir a parede e encontrar uma forma de segurar o backdrop – muito provavelmente uma arara – falta só encontrar a arara…).

Os apetrechos eu imprimi na última semana do ano passado (uma semana meio de plantão no trabalho, o que me rendeu tempo para adiantar algumas coisinhas). E ontem resolvi recortar.

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Ao invés de comprar o papel metier (R$ 9,90 o papel A3), comprei papel paraná – custou 1 real cada, na Papelaria Universitária.

Em casa, já com os props recortados, colei com fita dupla face e lá fui eu cortá-los com o estilete de alta precisão. Pode ser até muito preciso, mas não recorta papel paraná, não, viu? Tentei, então, recortar com tesoura. Mas, ainda que grande, a tesoura deixa rebarbas horrorosas. Outro problema é que muitos dos apetrechos têm recorte interno, o que dificulta muito o trabalho.

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Resolvi, então, procurar na Internet e nas minhas imagens de referências, como são esses apetrechos e os modelos que eu tenho são assim… perfeitos.

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O que me levou à conclusão: vou ter que comprar papel metier ou isopor mesmo.

Uma outra possibilidade foi dada pela Camila, lá do grupo de noivas, que disse que fez os props dela com papel duplo (e mencionou que poderia ser triplo também). Eles são até que baratos (uns R$ 2 ou R$ 3 o A3), mas não achei muito duros (mesmo os de 400g).

Após muitas tentativas e várias decepções depois, desisti de fazer muitos acessórios. Vou fazer as boquinhas e os bigodes. O que vai deixar até baratinho se eu quiser comprar metier ou isopor (a única questão vai ser o que fazer com os papeis comprados).

Por isso, resolvi ir à 25 comprar algumas coisinhas para substituir.E voltei para casa com isso:

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Cheguei na 25 às 11h30. Saí de lá 17h30. Foi um dos “passeios” mais longos e cansativos da minha vida. Mas varri aquele lugar quase de ponta a ponta. Os adereços encontrei na Ladeira Porto Geral (até tinha em outros lugares, mas deixei para pegá-los no final, por isso fiquei nesta região mesmo). Comprei nas lojas Porto das Festas Fantasias (Porto Geral, 88 – comprei os óculos com nariz e aquele meio fundo de garrafa por R$ 2,50 cada; chapéu de lantejoula por R$ 16,00; e pulseiras de neon – 100 unidades por R$ 17,00 – tem a de R$ 12,00 também, mas tem menos cores e o brilho dura menos) e Brilhos e Fantasias (Porto Geral, 121 – óculos diversos por R$ 2,50; tiara de Minnie por R$ 2,50 e véuzinho por R$ 5,00 – achei caro demais, mas não consegui encontrar por menos – mas confesso que também não tinha procurado até então). Ah! Nessas lojas pagamento somente em dinheiro.

Passei também na Festas e Fantasias (Ladeira Porto Geal, 35) e Millor (Porto Geral, 85 – mas tudo por lá é vendido com 10 unidades e não me interessava).

Aproveitei o passeio para procurar também algumas outras coisas que precisava. Minha lista era gigantesca e incluía, além dos acessórios, fita de cetim de 5 mm, mini prendedor de roupa (achei em vários lugares, em especial em um predinho na Cavalheiro Basílio Jafet, 38 – dica da Juliana, do grupo de noivas. O prédio é uma espécie de paraíso do artesanato. Encontra-se de tudo e bem baratinho (as caixinhas variavam de poucos centavos a muitos reais). Encontrei o mini prendedor por R$ 1,60 o saquinho com 12 na Lurob Artesanatos (no 4º andar, sala 401). O problema é que são todos sortidos. E sortido por sortido, é melhor comprar no Matsumoto (R$ 11,60 por 100 unidades ou R$ 1,10 12 unidades – o que até compensa, mas as cores são beeeeem mais coloridas).

Nesta mesma lojinha tem coração em MDF com uns 10 cm de altura por R$ 0,80. E palavras pequenininhas (inclusive chá e cozinha), em MDF, já decoradas, por R$ 3,00 cada. Super bonitinhas.

No 5º andar deste mesmo edifício, na sala 501, encontrei também o mini prendedor (sortidos) por R$ 1,20 o saquinho com 10 unidades. Nest loja também tem garrafinhas (R$ 1,00 com tampa de rosquear e R$ 0,87 com rolha) e potinhos para brigadeiro/geleia (R$ 1,00 redonda e R$ 1,10 cetavada).

O passeio serviu também para eu ver algumas coisinhas que ainda preciso comprar – só que mais pra frente. Marabus (talvez para o backdrop?), daqueles com plumas, bem cheios, custam entre R$ 14,00 e R$ 18,00, dependendo da loja. Balões também têm são coisas que variam demais dependendo do local. O melhor preço que achei de balão de coração (mas, lógico, foi meio por cima, mas dos que eu anotei, foi, sim) foi na Armarinhos Universal (três lojas: 25 de Março, 672 / Com. Abdo Schahin, 158 / Cavalheiro Basílio Jafet, 70): o gigante por R$ 3,60; o grande por R$ 1,65; e o saquinho com 25 balões pequenos de coração por R $ 3,65). Tem lugar que cobra até R$ 11,00 pelo grande.

Outras dicas de locais para comprar coisas para festa: Tozaki (Barão de Duprat, 245 – possui cilindro de gás hélio – custa R$ 99,00 e, segundo a vendedora, enche, em média 30 balões); Festa Já (Cavalheiro Basílio Jfet, 100 / Barão de Duprat, 158); Santa Cecília Armarinhos (Cavalheiro Basílio Jafet, 107); M.Camicado (trocentos endereços. Dois deles: Barão de Duprat, 133 / Cavalheiro Basílio Jafet, 55 – daquele lugares que você encontra de tudo, menos mini prendedor); A Gaivota Festa e Artesanato (Cavaleheiro Basílio Jafet, 128 – a única coisa que anotei foi: mais caro que Festa Já).

Na Festa Já ainda comprei três potinhos para as minhas suculentas lindas. Paguei R$ 2,45 em cada (eles têm uns 10 cm de diâmetro). Foi o melhor preço que encontrei por ali (e olha que eu ainda tive coragem de olhar o valor em outras lojas mesmo depois de eu ter comprado).

A parte final das minhas compras foi para a parte de decoração. Passei na Minas de Presentes (25 de Março, não sei que número) para procurar aquele jogo de porta-retratos que eu já tinha comprado antes (queria um terceiro joguinho), mas eles não vendem mais (se bem que eu achei que eles estão meio fracos de mercadorias – algo que eu ouvi de várias vendedoras, inclusive, meio que sem querer). Passei na Crysmax (Barão de Duprat, 343) para ver se tinha mais lanternas japonesas, mas só tinha azul e verde mesmo. Passei na Sun Light (Barão de Duprat, 393) com o mesmo objetivo, mas as lanternas já tinham acabado. Acabei até encontrando lanternas lilás e rosa, mas por R$ 8,00 cada. Paguei menos de R$ 3,00 na grande. Imagina se eu ia pagar quase três vezes mais por uma menor…

Por fim, parei em três outras lojas: Armazém dos Presentes (Comendador Abdo Schahin, 162 – a loja dos sonhos de quem está decorando sua casa. Cada coisa linda! Minha mãe iria adorar!); Milli (Comendador Abdo Schahin, 180 – coisinhas muito fofas e caras!) e na minha loja de Bijouteria preferida da região da 25: Bibelot Bijoux (Ladeira Porto Geral, 84 – procure a Bruna, ela é ótima!). A loja é linda, as bijouterias são lindas (e caras!), as bolsas são lindas, os adereços para a cabeça (tem casquete lá!) são lindos e agora eles têm um segundo andar totalmente dedicado à decoração. Antes era só um pedacinho. Sempre passo lá porque eles têm daqueles porta-retratos branquinhos meio rococó e o preço é bom. Mas acabou (e eu, lógico, fico toda arrependida por não ter comprado toda vez que passo por lá). Na Bibelot comprei dois colares (em liquidação!) e algumas coisinhas para a decoração do casamento ( e da minha futura casa).

Procurei ainda meu casal de passarinhos, mas não encontrei… Achei algumas possibilidades, mas não são o que eu quero ainda…

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Os dois primeiros são da Armazém dos Presentes; o último é da Crysmax

Queria ainda ter passado Comercial Brasil (25 de Março, 820), mas não lembrava o nome ou o número da loja (é armarinho e tem várias coisas para casamento) e na Festa 25 (Barão de Duprat, 363), mas por algum motivo, pulei esta loja.

Ah! Esqueci só de contar que minha primeira parada foi lá naquela lojinha de bijouteria na Galeria da Ladeira Porto Geral, onde comprei alguns acessórios para o meu buquê. Se tudo funcionar direitinho, consigo finalizar o buquê ainda neste mês.

E foi assim meu passeio pela 25. Amanhã começo a costurar nos saquinhos das lembrancinhas. Conto o que aconteceu depois.

Lousa em formato de balão de fala

Estou em uma fase maluca para deixar os apetrechos da minha photo booth prontos. Quero ver se consigo finalizar isso em janeiro.

Depois destes achados aqui, aqui e aqui, encontrei mais um, no blog australiano Polka Dot Bride. São lousas em formato de balões de fala. Super bonitinho.

Original, com tutorial em inglês, aqui.